
Hoje acordei e pensei em como queria ser um pouco de Alberto Caeiro e conseguir não pensar, existindo apenas.
Hoje acordei e apetece-me apenas ser, nada mais, por isso, não me peçam nada. Não peçam mais de mim.
Dei tudo o que tinha, agora preciso voltar ao silêncio para nele engravidadr do mundo novamente, voltar a nascer e poder dar-me de novo.
Não consigo evitar. De todas as vezes que renasço nem um pouco de mim guardo. Tudo o que sou. Isso tudo dou.
Não que o mundo tenha necessidade de mim. Eu tenho necessidade dele. Preciso de me entregar para que saiba que eu existo.
Mas hoje, não tenho nada para dar. Estou vazia.
Tudo à minha volta é mentira e ilusão. Todos queremos viver, mas disso mesmo fugimos em cada dia.
As pedras do caminho são muito grandes e voltamos para casa, amedrontados.
Nada é culpa tua. A frase preferida do cérebro, enganador e corrupto.
A culpa é do vento, do ar, das plantas: tua (minha), não!
Eu sempre tentei em tudo ser justa e fugir deste ciclo que caracteriza o animal Homem, (sem nunca o conseguir de facto), hoje, não posso mais.
Preciso de estar sozinha, no silêncio, para nascer de novo e me reconciliar comigo. Só assim poderei voltar a viver, fugindo da vida.
Não peçam mais de mim.
Dar-me foi natural, senti que era desejada sem o ser, quando me recebiam.
Agora, deixem-me sozinha por um pouco e voltarei e neste pouco nem vão sentir que não estive, mas quando voltar e vos deixar comerem-me a alma outra vez, vão entender que no puco estavam fracos, tristes, cegos... sem mim.
Hoje acordei e apetece-me apenas ser, nada mais, por isso, não me peçam nada. Não peçam mais de mim.
Dei tudo o que tinha, agora preciso voltar ao silêncio para nele engravidadr do mundo novamente, voltar a nascer e poder dar-me de novo.
Não consigo evitar. De todas as vezes que renasço nem um pouco de mim guardo. Tudo o que sou. Isso tudo dou.
Não que o mundo tenha necessidade de mim. Eu tenho necessidade dele. Preciso de me entregar para que saiba que eu existo.
Mas hoje, não tenho nada para dar. Estou vazia.
Tudo à minha volta é mentira e ilusão. Todos queremos viver, mas disso mesmo fugimos em cada dia.
As pedras do caminho são muito grandes e voltamos para casa, amedrontados.
Nada é culpa tua. A frase preferida do cérebro, enganador e corrupto.
A culpa é do vento, do ar, das plantas: tua (minha), não!
Eu sempre tentei em tudo ser justa e fugir deste ciclo que caracteriza o animal Homem, (sem nunca o conseguir de facto), hoje, não posso mais.
Preciso de estar sozinha, no silêncio, para nascer de novo e me reconciliar comigo. Só assim poderei voltar a viver, fugindo da vida.
Não peçam mais de mim.
Dar-me foi natural, senti que era desejada sem o ser, quando me recebiam.
Agora, deixem-me sozinha por um pouco e voltarei e neste pouco nem vão sentir que não estive, mas quando voltar e vos deixar comerem-me a alma outra vez, vão entender que no puco estavam fracos, tristes, cegos... sem mim.
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