Porque Sou de grandes paixões e penso que amar é uma arte....
Uma música que adoro... e que hoje me veio ao coração e relata o que sinto.....
Que em todos o amor brilhe... e faça sonhar....
Sigam sempre a voz do coração, nunca vos decepcionará...
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O meu coração
Para uma amiga especial, da família Andaime, com muitas saudades...
P.S. :Esta é a música que reflete também o que sinto neste momento, ao morrer aos poucos por não vos poder ver...
Andaime
Porque estou proibida, dizem eles, de estar com aminha família anadime...
Que me faz sonhar... e me ensina a ser quem sou...
A esses que me querem proibir de viver, uma frase de um grande poeta e o reflexo da escuridão, que paira no meu coração:
«Serei tudo o que dizerem: Poeta castrado, não» (Ary dos Santos)
«Querem deixar-me sem tecto, e pedem-me que não me revolte?
É a minha casa!
O sol foi embora, veio a noite que,
Traz o frio e as tempestades escuras com ela.
Estou sozinha.
Sem tecto, tenho medo do frio,
Que me gela a alma e faz tremer o coração.
Se morrer a côr em mim,
A culpa é desses que trouxeram a noite
E me levaram a casa.
E quando a tristeza for todo o meu ser,
Eu e ela nos confundirmos,
E a tiver por chão,
Deixando de ver o andaime,
Que me fazia sonhar,
(O sol foi com a noite)
Não me verão mais.
Serei a sombra que vos atormenta
E pesa no peito.
Foram vocês que assim me fizeram,
Hão de carregar-me!
Pintem tudo de preto!
(A vossa côr preferida,
A única que conhecem),
Deixem-me sem casa,
Nua, nos escuro, sozinha,
Partir como um vidro,
A que a chuva lavou a tinta,
Sem pena.
A culpa é Vossa!»
(Elda Costa)
Que me faz sonhar... e me ensina a ser quem sou...
A esses que me querem proibir de viver, uma frase de um grande poeta e o reflexo da escuridão, que paira no meu coração:
«Serei tudo o que dizerem: Poeta castrado, não» (Ary dos Santos)
«Querem deixar-me sem tecto, e pedem-me que não me revolte?
É a minha casa!
O sol foi embora, veio a noite que,
Traz o frio e as tempestades escuras com ela.
Estou sozinha.
Sem tecto, tenho medo do frio,
Que me gela a alma e faz tremer o coração.
Se morrer a côr em mim,
A culpa é desses que trouxeram a noite
E me levaram a casa.
E quando a tristeza for todo o meu ser,
Eu e ela nos confundirmos,
E a tiver por chão,
Deixando de ver o andaime,
Que me fazia sonhar,
(O sol foi com a noite)
Não me verão mais.
Serei a sombra que vos atormenta
E pesa no peito.
Foram vocês que assim me fizeram,
Hão de carregar-me!
Pintem tudo de preto!
(A vossa côr preferida,
A única que conhecem),
Deixem-me sem casa,
Nua, nos escuro, sozinha,
Partir como um vidro,
A que a chuva lavou a tinta,
Sem pena.
A culpa é Vossa!»
(Elda Costa)
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